Eu libero o perdão
Perdão é essencial, pois perdoar não é esquecer — é soltar o peso e seguir mais leve. E assim, o perdão nos permite prosseguir.

Não porque sou tão evoluída (ainda tô pagando boleto kármico de 2011).
Mas porque carregar o que me feriu… cansa, pesa, enruga a alma.
(E o botox não é barato, viu?)
Libero o perdão pra mim mesma —
pelas vezes em que me deixei pra depois (quase sempre, rs),
ou forcei um sorriso escondendo o que eu realmente sentia. Exercendo o perdão, aprendo a lidar melhor com minhas emoções.
E perdoo o outro também (pode até ser você que tá lendo)…
não porque você virou santo ou porque eu virei Buda,
mas porque simplesmente faz parte curar feridas
e perdoar quem deixou a cicatriz que tanto me fez aprender.
Cura não é amnésia.
É lembrar sem sangrar.
É quando a ferida vira cicatriz…
e a gente vira gente de novo, pra ir em frente: limpo e livre. Perdão nos ajuda a livrar-se do passado doloroso.
Porque guardar rancor é tipo deixar o lixo na sala
esperando que o cheiro melhore com o tempo.
Libertar o outro é libertar a si.
E todo mundo merece ser livre.
Livre pra recomeçar, pra confiar outra vez
e pra viver com a alma desamarrada, através do perdão.
E se você tá aqui lendo até o fim,
é porque talvez eu faça parte da sua história de algum jeitinho.
Então, se sentir que posso ajudar nesse processo de cura,
tô por aqui.
De verdade.
2 Comentários
zoritoler imol
Thank you, I have just been searching for info about this subject for ages and yours is the best I’ve discovered till now. But, what about the conclusion? Are you sure about the source?
Diário Místico
Thank you so much for your kind words, they truly mean a lot. 🤍
About your question: the conclusion here isn’t based on a single academic source, but on a blend of lived experience, emotional psychology, and spiritual reflection that appears across many traditions.
Forgiveness, in this context, isn’t presented as a formula or absolute truth, it’s an invitation. A perspective that has been echoed in psychology, philosophy, and spiritual teachings: not as forgetting or excusing, but as releasing the weight that keeps us stuck.
So yes, the “source” is less about one reference and more about something deeply human and widely observed, the way holding on to resentment often costs us more than it protects us.
I really appreciate you reading so attentively and questioning with care. That kind of presence is rare and welcome here. ✨