Quando a Alma Sente Falta

Há um tipo de saudade que não tem rosto, nem nome, nem endereço.
É uma verdadeira saudade da alma, que não nasce da ausência de alguém, ela nasce da distância entre quem somos e quem, em algum momento, deixamos de ser.

É a saudade da alma.

Ela aparece em dias silenciosos,
quando tudo parece em ordem, mas algo dentro não encaixa.
Uma sensação de vazio suave, quase educado,
que não dói mas chama.

Essa saudade não pede retorno ao passado.
Ela pede lembrança.

Lembrar do tempo em que a vida era mais simples por dentro.
Quando o riso vinha fácil,
quando o corpo sabia descansar,
quando o coração não precisava se defender o tempo todo.

A alma sente falta de casa e casa, às vezes, é apenas um estado de presença.

Escutar essa saudade é um ato de coragem emocional.
Porque ela não quer distração,
quer reconexão.
Não quer pressa,
quer verdade.

A saudade da alma surge quando vivemos demais para fora
e de menos para dentro.

Mas ela também é um portal.
Um lembrete delicado de que ainda existe um lugar inteiro em você,
intocado pelo cansaço,
intocado pelas exigências,
intocado pelo tempo.

Que hoje você acolha essa saudade sem medo.
Ela não veio te entristecer e sim veio te trazer de volta.

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