Ragnarök
Quando o Fim Não É Castigo, Mas Renovação
Na mitologia nórdica, existe uma profecia que não fala de derrota: Fala de fim.

Ragnarök é o grande encerramento dos mundos: O momento em que deuses, forças da natureza e estruturas antigas deixam de existir
Não por falha mas porque chegou a hora.
O Mito
Ragnarök é descrito como uma série de eventos inevitáveis:
O caos se instala.
O mundo como se conhece desmorona.
Muitos deuses caem.
Mas após o colapso, algo acontece: A vida recomeça.

Um novo mundo surge das cinzas.
O Que Esse Símbolo Revela?
Ragnarök simboliza algo que resistimos muito a aceitar:
Alguns fins não são erros.
São processos naturais de renovação.
Nem tudo que termina falhou.
Às vezes, apenas cumpriu seu ciclo.
Uma Leitura Simbólica
Ragnarök pode ser entendido como:
- fins inevitáveis em nossas vidas
- rupturas que parecem caóticas, mas reorganizam tudo
- o encerramento de versões antigas de nós mesmos
- a morte simbólica que precede um novo começo
O caos não é punição.
É transição.
O Medo do Fim
Tememos o fim porque o associamos à perda.
Mas a mitologia nórdica ensina algo diferente:
O fim é o espaço que permite o novo nascer.

Sem Ragnarök, não há renovação.
O Ragnarök Pessoal
Todos nós atravessamos Ragnaröks internos:
- términos
- mudanças bruscas
- quedas de estruturas que pareciam sólidas
E quase sempre, só depois percebemos que aquilo abriu espaço para algo que não caberia antes.
Conclusão
Ragnarök não é sobre destruição: É sobre transformação inevitável.
O que hoje, em sua vida, parece fim… mas pode ser preparação para um recomeço?
Observe. Talvez você esteja exatamente no momento que antecede um novo mundo.